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	<title>Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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	<description>Psicóloga Online e Presencial RJ. Lumiar e São Pedro da Serra - Nova Friburgo. Constelação Familiar, terapia de casal e individual.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Oct 2025 18:37:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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		<title>Experiências de Vida: Como os Genes Guardam Nossa História por Gerações</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/experiencias-de-vida-como-os-genes-guardam-nossa-historia-por-geracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O meio ambiente e as experiências vividas deixam uma “marca” genética que, embora não altere o DNA, pode ser transmitida por muitas gerações. Os genes dos seres vivos possuem uma espécie de “memória”, capaz de permanecer marcada pelos efeitos de tudo aquilo que lhes acontece durante a existência: a influência do meio ambiente em que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="224" data-end="367">O meio ambiente e as experiências vividas deixam uma “marca” genética que, embora não altere o DNA, pode ser transmitida por muitas gerações.</p>
<p data-start="369" data-end="851">Os genes dos seres vivos possuem uma espécie de “memória”, capaz de permanecer marcada pelos efeitos de tudo aquilo que lhes acontece durante a existência: a influência do meio ambiente em que vivem, as experiências pelas quais passam, as dores, os prazeres, os traumas e os aprendizados. Em resumo, tudo o que vivemos e todas as coisas com as quais entramos em contato “marcam” nossa memória genética e alteram não apenas nossa própria vida, mas também a dos nossos descendentes.</p>
<p data-start="853" data-end="1321">Para começar, sabemos que dois gêmeos univitelinos nascem com a mesma genética, mas, durante o crescimento, o ambiente e as experiências vividas alteram a expressão de alguns genes, ativando-os ou desativando-os, de forma que o potencial individual seja expressado ou reprimido. É por essas razões que dois ou mais irmãos gêmeos desse tipo, embora geneticamente idênticos, podem desenvolver, desde cedo, padrões de comportamento e características físicas diferentes.</p>
<p data-start="1323" data-end="1676">Mas as coisas vão ainda mais longe: um estudo publicado recentemente na revista <em data-start="1403" data-end="1412">Science</em> demonstra que essas importantes “marcas” ambientais, que influenciam o comportamento dos nossos genes, podem ser transmitidas por muito tempo — em alguns casos, por até 14 gerações, como demonstrado em pesquisas com vermes nematóides (<em data-start="1648" data-end="1672">Caenorhabditis elegans</em>).</p>
<p data-start="1678" data-end="1921">Esses estudos abrem caminhos para que a ciência comprove o acesso às informações que o campo morfogenético exerce na constelação familiar. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f337.png" alt="🌷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um ótimo motivo para termos consciência do que estamos deixando como herança genética, não é mesmo?</p>
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		<title>Dependência Emocional: como identificar os sinais e buscar ajuda</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/dependencia-emocional-como-identificar-os-sinais-e-buscar-ajuda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 18:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A dependência emocional, também conhecida como codependência, pode ser definida como uma condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade de manter um relacionamento saudável. Essa questão atrapalha a relação entre os envolvidos e também repercute em diferentes áreas da vida. Sinais da codependência Como identificar a dependência emocional? Veja abaixo alguns sinais: – Comportamentos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="121" data-end="414"><strong data-start="121" data-end="148">A dependência emocional</strong>, também conhecida como codependência, pode ser definida como uma condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade de manter um relacionamento saudável. Essa questão atrapalha a relação entre os envolvidos e também repercute em diferentes áreas da vida.</p>
<h3 data-start="416" data-end="445">Sinais da codependência</h3>
<p data-start="447" data-end="517">Como identificar a dependência emocional? Veja abaixo alguns sinais:</p>
<p data-start="519" data-end="1002">– Comportamentos de submissão ao outro;<br data-start="558" data-end="561" />– Sintomas de abstinência na ausência do outro;<br data-start="608" data-end="611" />– Dificuldade em tomar decisões nos relacionamentos;<br data-start="663" data-end="666" />– Sentimentos de insatisfação;<br data-start="696" data-end="699" />– Vazio emocional;<br data-start="717" data-end="720" />– Medo da solidão;<br data-start="738" data-end="741" />– Baixa tolerância à frustração;<br data-start="773" data-end="776" />– Angústia e ansiedade;<br data-start="799" data-end="802" data-is-only-node="" />– Desejos de autodestruição e sentimentos negativos;<br data-start="854" data-end="857" />– Falta de consciência de si mesmo;<br data-start="892" data-end="895" />– Sensação de estar preso ao relacionamento e de que não conseguirá deixá-lo;<br data-start="972" data-end="975" />– Conflitos existenciais.</p>
<p data-start="1004" data-end="1345">Na dependência emocional, esses sinais mencionados acima são alguns dos principais sintomas que podem ajudar o parceiro a identificar o problema e a oferecer apoio para que o indivíduo busque ajuda. O dependente emocional necessita de proteção, pois apresenta baixa autoestima, reforçada pela crença de que sua felicidade depende do outro.</p>
<p data-start="1347" data-end="1570">Quando não identificada, a dependência emocional pode evoluir para sintomas graves, como depressão, transtornos alimentares, transtornos de ansiedade, estresse, abuso de substâncias, insônia, autodestruição, entre outros.</p>
<p data-start="1572" data-end="1778">O apoio de um terapeuta ajuda a tomar consciência das origens do sintoma, oferecendo uma oportunidade valiosa para o autoconhecimento e, consequentemente, para a harmonização dos dois sistemas familiares.</p>
<p data-start="1780" data-end="1834"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f58d.png" alt="🖍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1783" data-end="1832">Fátima Bittencourt – Psicóloga e Consteladora</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você sente medo de abandono nos seus relacionamentos e na sua vida pessoal?</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/voce-sente-medo-de-abandono-nos-seus-relacionamentos-e-na-sua-vida-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 18:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deixo aqui mais conteúdo sobre as dores da nossa criança interior que não foram resolvidas (somos cheios delas no inconsciente!) e que, na vida adulta, são vividas como um terremoto de sentimentos — dor, angústia e autossabotagem. 🌬 Pessoas que constantemente têm medo de serem deixadas de lado, ou que sentem ansiedade só de pensar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="238" data-end="473">Deixo aqui mais conteúdo sobre as dores da nossa criança interior que não foram resolvidas (somos cheios delas no inconsciente!) e que, na vida adulta, são vividas como um terremoto de sentimentos — dor, angústia e autossabotagem. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f32c.png" alt="🌬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p data-start="475" data-end="732">Pessoas que constantemente têm medo de serem deixadas de lado, ou que sentem ansiedade só de pensar na possibilidade do abandono, vivenciaram, em algum momento da infância, um “movimento interrompido na direção dos pais” (visão sistêmica). Vou explicar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f447.png" alt="👇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p data-start="734" data-end="987">Quando somos pequenos, a ausência dos pais implica em risco de vida, pois não conseguimos sobreviver sem eles. Um trauma registrado no cérebro em desenvolvimento (que ainda não compreende muitas coisas) deixa sequelas que permanecem até a vida adulta.</p>
<p data-start="989" data-end="1298">Quer saber mais? A grande maioria de nós já passou por esse “trauma” do abandono, alguns de forma mais intensa e outros de maneira mais branda. Afinal, para a criança pequena, uma simples saída de casa e a demora no retorno pode ser sentida como abandono. A dúvida é: até onde isso nos afeta na vida adulta?</p>
<p data-start="1300" data-end="1606">O medo constante de perder nos impulsiona para o movimento dos pensamentos involuntários. Temos tanto medo de perder que, como consequência, acabamos perdendo. Às vezes até provocamos essa perda: “já que vou ser abandonado de qualquer jeito, é melhor sabotar tudo de uma vez para acelerar esse processo”.</p>
<p data-start="1608" data-end="1916">Trazer as dores e os medos inconscientes para o consciente e compreender sua dinâmica muda a qualidade da vida. A sessão de constelação ordena o sistema familiar em relação às leis do pertencimento, da hierarquia e do equilíbrio. A terapia é um profundo processo de autoconhecimento na busca de si próprio.</p>
<p data-start="1918" data-end="1981"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f58d.png" alt="🖍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1921" data-end="1943">Fátima Bittencourt</strong><br data-start="1943" data-end="1946" />Psicologia e Constelação Familiar</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como lidar com o vício em telas?</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/como-lidar-com-o-vicio-em-telas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mainara Oliva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 18:05:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados, o Brasil é o: País mais ansioso do mundo País com maiores níveis de stress País que mais acessa redes sociais País em terceiro lugar em dependência digital País onde mulheres e jovens investem mais em transformações estéticas. País com alto índice de vício em jogos de aposta, fazendo com que abram mão [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados, o Brasil é o:</p>
<ul>
<li>País mais ansioso do mundo</li>
<li>País com maiores níveis de stress</li>
<li>País que mais acessa redes sociais</li>
<li>País em terceiro lugar em dependência digital</li>
<li>País onde mulheres e jovens investem mais em transformações estéticas.</li>
<li>País com alto índice de vício em jogos de aposta, fazendo com que abram mão da graduação.</li>
<li>País com um dos maiores índices de danos ortopédicos.</li>
</ul>
<p>E aí vai uma das muitas pesquisas atuais. É só perguntar a si mesmo, quanto tempo faz uso do digital por dia.</p>
<p><strong>Coincidência?</strong><br />
Não. O Brasil possui características de uma população altamente influenciável, e esse é um dos motivos que 10% da população brasileira sofre de nomofobia, que é o medo de ficar sem celular.</p>
<ul>
<li>70% da população sobre de Nomofobia- medo de ficar sem celular;</li>
<li>99% em redes sociais estão construídas para te manter apegados, tal como uma droga. É igual a qualquer outro vício, e desenvolve uma extrema intolerância entre o tempo real e o virtual.</li>
</ul>
<p>O ministério público nos estados unidos fez acusação contra a Meta (dona do Instagram e do Facebook) por crime, já que depois de estudos, está comprovado que as redes são criadas intencionalmente para a adição, logo, responsáveis também, por aumento dramático das ansiedades, insônia, fobia social, depressões, suicídios.</p>
<p>Vamos refletir mais sobre o tema, como o vício digital impacta a tua vida, e a de todos à tua volta, até, porque é mais um exemplo da &#8220;normalidade&#8221; instalada, na sociedade do espetáculo.</p>
<p>Vamos também reconhecer todos os benefícios que a Era Digital nos trouxe :<br />
&#8211; Redes de Apoio<br />
&#8211; Conexões infinitas<br />
&#8211; Divulgação de Experiências etc&#8230;.</p>
<p>O importante é usar com consciência, dando exemplo para futuras gerações.</p>
<h4><strong>Como lidar com o vício das telas?</strong></h4>
<h4></h4>
<ul>
<li>Faça terapia para identificar o que gera esta dependência;</li>
<li>Retorne aos bons hábitos de vida como sono, atividade física, alimentação e não leve celular para encontros sociais;</li>
<li>Medite;</li>
<li>Se conecte mais à natureza;</li>
<li>Estabeleça tempo para o uso digital;</li>
<li>Administre também o tempo de seus filhos;</li>
<li>Invista em mais atividades presenciais.</li>
</ul>
<p>Em breve, perto de você terá um centro de recuperação para este vício.</p>
<p>É sério&#8230;muito sério!</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>A Importância de Validar a Emoção</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/a-importancia-de-validar-a-emocao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mainara Oliva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 15:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.fatimabittencourt.com.br/?p=17765</guid>

					<description><![CDATA[<p>Validação emocional diz respeito a aceitar o sentimento do outro mesmo que não estejamos sentindo o mesmo, até mesmo não concordando. Qualquer negação da expressão do que sentimos, nos faz “incluídos”. Quando alguém nos diz: “eu vejo o que vc está sentindo, eu estou aqui”, isso quer dizer que, mesmo que a gente não esteja [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br/a-importancia-de-validar-a-emocao/">A Importância de Validar a Emoção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br">Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ - Lumiar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Validação emocional diz respeito a aceitar o sentimento do outro mesmo que não estejamos sentindo o mesmo, até mesmo não concordando. Qualquer negação da expressão do que sentimos, nos faz “incluídos”.</p>
<p>Quando alguém nos diz: “eu vejo o que vc está sentindo, eu estou aqui”, isso quer dizer que, mesmo que a gente não esteja passando por uma situação parecida, podemos compreender e encontrar verdade naquilo que o outro está sentindo.</p>
<p>Quando validamos a emoção de alguém, permitimos que o outro se sinta aceito. Da mesma forma que é importante não negar o que sentimos, é fundamental transmitir esse amparo emocional aos que nos relacionarmos, pois, com isso, podemos inspirar a serem melhores para suas vidas.</p>
<h3>Validar o sentimento do outro melhora as nossas relações</h3>
<p>Isso é um fato. Ninguém quer estar muito tempo com alguém que constantemente critica, desvaloriza e parece não se importar com o que sentimos. Quantas vezes alguém ouviu: “tirou nota 10 na prova, mas não fez mais nada que a sua obrigação” e “engole o choro”.</p>
<p>Ouvir esses comentários traz uma sensação de não ter o direito de ficar feliz pelo seu desempenho, mesmo que estudar seja uma das suas únicas atividades ou também que ele não tem o direito de chorar mesmo que se sinta triste ou frustrado.</p>
<p>Quando não validamos o que o outro sente, impedimos que haja uma conexão emocional com ele, assim não se constrói uma relação saudável e verdadeira.</p>
<h3>Autovalidação emocional melhora a nossa autoestima</h3>
<p>Quando não nos sentimos validados, temos a tendência de nos sentirmos incapazes, insuficientes e, até mesmo, com uma grande sensação de não ter um lugar na relação, família ou sociedade.<br />
A autovalidação tem a ver com a nossa capacidade de aceitarmos o que sentimos sem sermos críticos, rígidos e duros com o que se passa dentro de nós. Fazer isso provoca uma maior aceitação de quem somos, trazendo um olhar mais autocompassivo com a forma que nossas emoções aparecem.</p>
<p>A terapia promove a autovalidação da criança interna e como consequência pais mais preparados para educar suas crianças. Uma pedagogia que não recebemos e que precisa ser treinada diariamente em nossas relações.</p>
<p><em>Fatima Bittencourt Psicóloga</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome do Pensamento Acelerado</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mainara Oliva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 20:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) é o resultado do excesso de atividades e de estímulos que recebemos diariamente. Essa quantidade de estímulos impedem o desenvolvimento das funções da inteligência, como refletir antes de reagir, expor e não impor ideias, exercer a resiliência, colocar-se no lugar do outro(compaixão). A Sindrome é produzida pela hiper construções de [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br/sindrome-do-pensamento-acelerado/">Síndrome do Pensamento Acelerado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br">Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ - Lumiar</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) é o resultado do excesso de atividades e de estímulos que recebemos diariamente. Essa quantidade de estímulos impedem o desenvolvimento das funções da inteligência, como refletir antes de reagir, expor e não impor ideias, exercer a resiliência, colocar-se no lugar do outro(compaixão). A Sindrome é produzida pela hiper construções de pensamentos, numa velocidade tão alta que estressa e desgasta o cérebro. Um mal que hoje provavelmente atinge mais de 80% dos indivíduos de todas as idades, de alunos a professores, de intelectuais a iletrados, de médicos a pacientes.As pessoas que têm um trabalho intelectual mais intenso, como médicos, psicólogos, jornalistas, executivos, professores, são as mais atingidas pela Síndrome do Pensamento Acelerado.</p>
<p>Há médicos com dores de cabeça, dores musculares e uma fadiga tão grande que parece que carregam seu corpo de tão cansados que estão. Há professores com déficit de memória intenso, porque não administram sua psique adequadamente, o cérebro deles bloqueia a memória para pensar menos e poupar energia. Estão muito esquecidos, mas querem que seus alunos se lembrem nas provas escolares.</p>
<p>Somos rápidos em responder, mas não questionamos nossas convicções antes de falar. Não refletimos sobre o que é prioridade em nossa vida. Algumas de nossas crenças limitadoras e perturbadoras também se relacionam com nossa dificuldade de gerenciar nosso tempo, nossa rotina.</p>
<p>Organizar nossa vida, priorizando o que realmente é importante, produz mais Janelas Light em nossa memória e nos dá força para seguir adiante. Definir o que é importante nos traz benefícios tanto no presente quanto no futuro. Mas definir o que é importante exige uma grande atuação do Eu.</p>
<p>Não temos ideia de que, no aparelho mental, um pensamento, por mais tolo que seja, é construído com maior engenhosidade do que um edifício com milhões de tijolos e que demora anos para ser acabado.</p>
<p>Engenheiros sabem quais tijolos usar para uma construção física, mas o Eu, como engenheiro da psique, não sabe sequer como entrar na mente e utilizar os materiais disponíveis para a construção de pensamentos.</p>
<p>Ser gestor da psique é saber filtrar estímulos estressantes, fazer a higiene psíquica, reciclar pensamentos, reeditar o filme do inconsciente e construir janelas paralelas para superar nossos conflitos.</p>
<p>O Eu representa nossa autoconsciência, a consciência da essência humana (o que somos), da nossa identidade (quem somos), do nosso papel social (o que fazemos), da nossa localização no tempo e espaço (onde estamos).</p>
<p>Alguns dos Sintomas:  Ansiedade excessiva, irritabilidade, flutuação emocional, inquietação, intolerância a contrariedades, déficit de concentração, esquecimento, fadiga excessiva e cansaço ao despertar.Constantes dores de cabeça ou musculares, tem queda de cabelo e sintomas de gastrite.</p>
<h3>Como Evitar?</h3>
<h4>Evite o excesso de informações.</h4>
<p>No passado o número de informações dobrava-se a cada dois séculos, atualmente, a cada cinco anos. O exagero de dados é registrado involuntariamente por um fenômeno inconsciente, o Registro Automático da Memória (RAM), transformando nossa mente num depósito de informação, o que nos torna hiperativos.</p>
<h4>Filtre os estímulos visuais e sonoros.</h4>
<p>A mídia reforça a propaganda sugerindo uma falsa necessidade de bens ou estímulos para viver, o que gera insatisfação e transtornos psíquicos. Temos ansiedade ao consumir. Você já percebeu o quanto nosso consumo está baseado na emoção, e não na lógica? Caímos nas armadilhas dos apelos visuais e sonoros da indústria cultural, vivemos mais na aparência que na essência.</p>
<h4>Não se torne escravo da tecnologia</h4>
<p>A internet trouxe grandes ganhos, mas contatos superficiais. Ela favorece a comunicação a distância, porém tem restringido o contato presencial e a interação com atividades que promovem a saúde emocional, como conversa entre amigos, atividades sociais e contato ao ar livre e convivência com os diferentes. Pais e filhos não cruzam suas histórias, raramente trocam experiências de vida. É preciso uma desintoxicação digital.</p>
<h4>Diminua o ritmo</h4>
<p>É impossível deixar a agenda de lado e esquecer os compromissos. Mas quem quer fazer tudo ao mesmo tempo acaba inevitavelmente não concretizando nada. E pior, torna-se uma pessoa insatisfeita, agitada. Estamos vivendo sob a lógica do fast-food emocional, não é a qualidade do que consumimos que produz o prazer, mas a quantidade. Tudo é pronto. Não exige contemplação, desafio e descoberta.</p>
<h4>Cuidado com a competição predatória</h4>
<p>A paranoia pelo sucesso a qualquer custo e a compulsão de ser o número um está destruindo as relações e transformando as pessoas em escravas do sucesso. Uma pessoa com a Síndrome do Pensamento Acelerado tem mais dificuldade de lidar com suas perdas, administrar suas decepções, refletir sobre suas falhas. É preciso ter consciência que a vida é cíclica, não há sucesso que dure todo tempo e nem fracasso que seja eterno.</p>
<p>Com essas dicas e a prática diária de Filtrar, será possível gerenciar a ansiedade, tornando sua qualidade de vida saudável perante constantes desafios deste momento tão acelerado.</p>
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		<title>O que é a Constelação Familiar?</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/o-que-e-a-constelacao-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mainara Oliva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 20:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Constelação Familiar é um método fenomenológico criado pelo alemão Bert Hellinger, que foi padre e missionário na África por mais de 20 anos, onde trabalhou e observou as tribos zulus e seus comportamentos familiares. Após este período na África, Hellinger deixou de ser padre e dedicou-se a estudos sobre o comportamento e a psique humana, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Constelação Familiar é um método fenomenológico criado pelo alemão Bert Hellinger, que foi padre e missionário na África por mais de 20 anos, onde trabalhou e observou as tribos zulus e seus comportamentos familiares. Após este período na África, Hellinger deixou de ser padre e dedicou-se a estudos sobre o comportamento e a psique humana, estudou psicanálise, análise transacional, terapia primal etc., até que chegou na técnica das Constelações. </p>
<p>Hellinger observou que quando um fato forte traumático ocorre dentro de uma família, tal como: suicídio, morte prematura, morte violenta, abandono, abortos, falência etc., se pesquisarmos o passado desta mesma família, encontraremos o mesmo fato traumático repetido no passado. </p>
<p>É como algo mais forte, ainda que não tenhamos conhecimento do fato ou mesmo que se tente fugir dele, é um ciclo que se repete através de um emaranhado energético onde estão enredados todos os pertencentes do mesmo sistema familiar. Isso é trabalhado na Constelação, com a finalidade de suavizar estes emaranhados, devolver ao passado o que é dele, honrar nossos antepassados para proteger nossos descendentes. </p>
<p>A Constelação Familiar não considera a pessoa como um indivíduo único, ela considera o indivíduo como pertencente a um sistema do qual ele veio, o sistema familiar. Ainda que a pessoa não conheça sua família de origem, ela traz consigo não só os traços físicos, traços de temperamento, dons, como também a bagagem energética pertencente à família, ou seja, não adianta fugir ou negar o sistema familiar do qual pertencemos, ele está em nós, faz parte de nós. </p>
<p>E quando isso é negado, reprimido ou excluído, é justamente aí que se fazer representar. Isso pode ser observado em muitos casos, inclusive nos casos de adoção mal sucedidos, onde se esconde da criança que ela é adotada, ou onde se reprime que ela fale ou saiba do seu passado, nesses casos, a criança é geralmente bem cuidada e criada, mas de alguma forma, procura ambientes de drogas, roubo, prostituição e fugas de casa, representando o sistema familiar original reprimido. </p>
<p>Outro fato importante observado por Hellinger e objeto de trabalho da Constelação, são as famílias trianguladas, ou seja, famílias onde o filho assume lugar de pai, a mãe de filha, o pai de filho, ou o filho do genitor faltante etc., qualquer hierarquia familiar que esteja trocada causa extremo peso psicológico sobre os envolvidos, pois é como se a pessoa tivesse que &#8220;dar conta&#8221; do seu próprio papel e do papel do outro e isso pesa, aumentando a infelicidade do indivíduo e o desequilíbrio familiar. Isso é trabalgado pela Constelação de forma simbólica e com uma grande tomada de consciência que geralmente reflete quase imediatamente na vida real. </p>
<p>A Constelação pode ser feita individualmente ou em grupo, obtendo-se o mesmo resultado nas duas formas.<br />
É um trabalho tão profundo que pode se dizer que se trata da cura da alma.</p>
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		<title>Como Manter a Saúde Mental no Isolamento Físico Devido a Pandemia da Covid-19?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mainara Oliva]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 19:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O isolamento físico e não &#8220;social&#8221;, é o termo que tem sido recomendado por nós, profissionais da área de saúde. O que não faltam são inúmeros recursos em nos mantermos socialmentes ativos, principalmente por bastante tempo, estarmos conectados em redes sociais. O isolamento nos impõe diversos desafios, como: problemas de ansiedade, medo, tristeza e incertezas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>isolamento físico</strong> e não &#8220;social&#8221;, é o termo que tem sido recomendado por nós, profissionais da área de saúde. O que não faltam são inúmeros recursos em nos mantermos socialmentes ativos, principalmente por bastante tempo, estarmos conectados em redes sociais. O isolamento nos impõe diversos desafios, como: problemas de ansiedade, medo, tristeza e incertezas, que trazem várias complicações para a saúde mental.</p>
<p>Lidar com o isolamento vai muito além de “ficar sozinho”. Surge o medo de faltar dinheiro para pagar os boletos, ser demitido do emprego e até o pior: se infectar com COVID-19, que é o medo da própria morte.</p>
<p>Por conta disso, é necessário ter uma série de cuidados com a saúde mental durante a quarentena.</p>
<p>Que tal conferir <strong>6 dicas para preservar sua saúde mental durante o isolamento físico</strong>?</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. Cuide para as notícias não se tornarem tóxicas</h3>
<p>É claro que não podemos deixar de conferir as notícias e nos manter informados das novidades da pandemia de COVID-19. Porém é muito importante se informar com moderação, afinal, de nada irá adiantar entrar no desespero e fazer com que as notícias lhe tirem o sono a ponto de se tornarem extremamente tóxicas.<br />
Para reduzir essa problemática, você pode seguir algumas dicas:</p>
<h5><strong>Evite ver notícias antes de dormir</strong></h5>
<p>Isso pode influenciar de forma totalmente negativa a sua noite de sono. Como esse momento é extremamente importante para a regulação do organismo, evite comprometê-lo!</p>
<h5><strong>Espere começar o dia para se informar</strong></h5>
<p>Tem coisa pior do que já iniciar o dia com uma notícia ruim? Com certeza, não! Para evitar constrangimentos e estresse desnecessário, evite olhar as notícias assim que acordar. Inicie seu dia, tome um bom café e só depois se mantenha informado.</p>
<p>Podem parecer dicas simples e bobas, mas que podem ser suas verdadeiras aliadas quando o assunto é cuidar da saúde mental durante o isolamento social.</p>
<h3>2. Tome conta de si Mesmo</h3>
<p>O isolamento pode trazer à tona uma série de sentimentos: confusão, tristeza, medo, ansiedade. E em meio a esse cenário de incertezas, é comum que muitas pessoas se esqueçam do autocuidado. Cuidar de si mesmo é essencial para manter a saúde mental em dia, principalmente em tempos de quarentena.</p>
<p>Mesmo que o mundo esteja desmoronando, não esqueça que você precisa do seu próprio tempo: cuide do seu corpo, tome aquele banho relaxante que tanto gosta e cultive hábitos positivos.</p>
<p>Uma hora toda essa confusão irá passar (mesmo que não saibamos quando) e você precisará estar pronto para alavancar a vida, como sempre. Não deixe a tristeza e o medo tomarem conta e se dedique com energia e disposição para cuidar de si próprio!</p>
<h3>3. Acalme sua mente</h3>
<p>Se desesperar não irá resolver nada. Muito pelo contrário! Mas afinal, como manter a mente calma durante o isolamento?</p>
<p>A<strong> meditação</strong> pode ser uma excelente aliada. Com benefícios comprovados pela ciência, a meditação faz com que a mente relaxe e que a consciência foque no presente, deixando todos os pensamentos ruins de lado. E não precisa ser nenhum monge budista para contar com as vantagens do processo! No Youtube, é possível encontrar uma série de vídeos guiados para iniciantes. 5 minutinhos de meditação durante o seu dia podem fazer uma enorme diferença. Experimente!</p>
<h3>4. Não se isole socialmente</h3>
<p>Em meio ao isolamento da Pandemia como não se isolar? A verdade é que não é necessário sair na rua para sentir-se acompanhado, embora o ser humano sinta uma enorme falta do contato.</p>
<p>Que tal participar de encontros online e manter o contato com outras pessoas mesmo à distância? Busque grupos do seu interesse, converse com pessoas que estão passando pela mesma situação que você, marque reuniões familiares online, mas JAMAIS fique sozinho!</p>
<p>Os principais problemas de saúde mental do isolamento estão sendo causados, principalmente, pelo distanciamento físico. Aproveite a facilidade das mídias sociais e fique em contato com aqueles que você ama,  mesmo que separados fisicamente. Caso não tenha muitos amigos ou familiares disponíveis, não tem problema. O que não faltam são grupos de apoio na internet. Procure um com o qual se identifique e encontre-se!</p>
<h3>5. Cultive hábitos saudáveis</h3>
<p>Os hábitos são o verdadeiro segredo da saúde. Afinal, eles permeiam todas as áreas de nossa vida. Confira a lista com hábitos saudáveis para serem adotados durante o isolamento e comece a praticá-los hoje mesmo:</p>
<p>&#8211; Pratique exercícios físicos (mesmo que seja dentro de casa);<br />
&#8211; Conte com a ajuda da meditação e do controle da respiração para acalmar a mente;<br />
&#8211; Faça atividades prazerosas: faz quanto tempo que você não pratica aquele hobby por “falta de tempo”?<br />
&#8211; Não deixe de falar com aqueles que você ama, mesmo que os abraços sejam virtuais;<br />
&#8211; Aproveite os eventos online para se distrair (sejam eles cursos ou lives de artistas que gosta);<br />
&#8211; Tenha uma rotina, mesmo que esteja trancado dentro de casa;<br />
&#8211; Cultive uma alimentação mais saudável e foque em alimentos que podem aumentar sua imunidade;<br />
&#8211; Aprenda novas coisas e teste suas habilidades.<br />
&#8211; Ter hábitos saudáveis e procurar seguir as dicas para manter a saúde em dia nos farão passar por essa pandemia com muito mais saúde e tranquilidade.</p>
<h3>6. Arrume a casa de fora e a de dentro</h3>
<p>Aproveite esta oportunidade de tempo para colocar em dia a faxina da casa. Normalmente só se faz isto no fim de ano. Quanta coisa pra arrumar e dar uma faxina não é mesmo?</p>
<p>A terapia é a faxina de dentro. Uma grande oportunidade de organizar as poeiras emocionais guardadas no inconsciente. Sentir medo, algumas incertezas se trata de uma reação normal diante do desconhecido, principalmente numa Pandemia que paralisou o mundo. Se o medo se transforma em pânico ou algum comportamento que paralisou a vida, é momento de pedir ajuda psicológica. Muitos afirmam ser a &#8220;quarta onda&#8221;, os impactos da Pandemia na saúde mental.</p>
<p>E finalmente talvez a maior lição do Covid 19: <strong>amadurecer os relacionamentos humanos para que sejamos mais altruístas e felizes.</strong></p>
<p><em>Psicóloga Fátima Bittencourt</em></p>
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		<title>O que é a depressão?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 18:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear. De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.</p>
<p>De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada.</p>
<p>Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.</p>
<p>Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.</p>
<p>O desconhecimento real do funcionamento desse transtorno afetivo é o principal responsável por um dos maiores problemas para quem sofre com a depressão: o preconceito. Principalmente no ambiente de trabalho, onde há competições e cobranças por bom desempenho, é comum as pessoas nem comentarem sobre a enfermidade. Nesses casos, o melhor é tirar férias ou licença médica.</p>
<p>E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo.</p>
<p>Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.</p>
<p>O tratamento precisa ser multidisciplinar. Psicólogo, Psiquiatra, Medicinas Complementares e participação da família.</p>
<p>Escutar o paciente, convidar com muita delicadeza a um passeio na natureza, repetir que o ama. Estas posturas recarregam o campo afetivo dos portadores de depressão.<br />
Ativar a Potencia do Coração Sempre!</p>
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		<title>Síndrome de &#8216;burnout&#8217; afeta um número cada vez maior de profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 19:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome deBurnout, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome de<em>Burnout</em>, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e médico do trabalho Duílio Antero de Camargo, presidente da Comissão Técnica de Saúde Mental e Trabalho da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), o transtorno está vinculado a uma exposição contínua a fatores de estresse crônicos no ambiente profissional e costuma causar inúmeros prejuízos ao trabalhador.</p>
<p>A síndrome, classicamente, resulta em três problemas principais: a exaustão emocional, caracterizada por fadiga, fraqueza, falta de esperança, impaciência, irritabilidade e dificuldade em lidar com as situações estressantes; a diminuição da realização pessoal, caracterizada, por exemplo, pela baixa satisfação com as atividades do trabalho e pela perda da competência; e a despersonalização, ou seja, o distanciamento afetivo e a insensibilidade em relação às demais pessoas. Camargo ressalta que, embora a pessoa afetada possa apresentar alguns sintomas de depressão, a síndrome não se caracteriza como um transtorno depressivo, segundo diversos autores.</p>
<p>&#8211; Por ser muito limitante, a síndrome acaba gerando altos índices de absenteísmo (faltas) e incapacidade ocupacional, além de fazer com que a pessoa tenha grandes dificuldades de manter os relacionamentos pessoais &#8211; acrescenta o representante da ANAMT.</p>
<p>Uma característica marcante dos trabalhadores que desenvolvem a Síndrome de <em>Burnout</em> é a dedicação exagerada ao trabalho, afirma o médico Clóvis Cechinel, responsável pelo setor de medicina do trabalho da DASA, prestadora de serviços de medicina diagnóstica. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é uma fase importante da síndrome: o portador de <em>Burnout</em> mede a autoestima pelo sucesso profissional.</p>
<p>&#8211; O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, o profissional apresenta necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão &#8211; diz Cechinel.</p>
<p>Vítima da síndrome, a economista Isabela, de 28 anos, que trabalha numa empresa privada de planos de saúde, decidiu procurar ajuda quando seu nível de estresse foi às alturas e ela não conseguia mais se concentrar:</p>
<p>&#8211; Eu andava muito irritada, sem paciência, e intolerante com todos os meus colegas de trabalho. Achava que a minha palavra tinha que ser a última, pois não conseguia ouvir ninguém falar. Isso também refletia na minha vida pessoal e eu já não conseguia me relacionar com as pessoas no dia a dia.</p>
<p>Com o tratamento a que se submeteu, Isabela começou a dominar melhor seus impulsos e a perceber que existiam outras pessoas ao seu redor:</p>
<p>&#8211; Vi que precisava me controlar para não tratar mal os outros. Passei a reconhecer minhas fraquezas e aprendi a parar, respirar, pensar e meditar para não tomar nenhuma decisão precipitada.</p>
<p><strong>A psicóloga Fátima Bittencourt, diretora do Grupo Sanare, esclarece, por sua vez, que o <em>Burnout </em>não acontece do dia para a noite: é um estado de esgotamento emocional e físico causado pelo estresse excessivo e prolongado. A doença afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato intenso e solidário com a causa alheia, como é o caso dos médicos, enfermeiros, psicólogos, professores e policiais. Recentemente, foram detectados muitos casos entre os funcionários das companhias aéreas, por conta dos grandes níveis de estresse no setor nos últimos anos.</strong></p>
<p><strong>&#8211; É muito comum confundir o transtorno com o estresse por conta de sintomas parecidos, como dores de cabeça, insônia, gastrite, lapsos de memória, falta de atenção, diarréia, alterações menstruais e de humor. No entanto, é preciso deixar claro que a síndrome está diretamente ligada à tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho &#8211; esclarece Fátima.</strong></p>
<p>Pesquisa realizada pela International Stress Management Association do Brasil (ISMA-BR), com mil profissionais de São Paulo e Porto Alegre, com idades entre 25 a 60 anos, revela que no Brasil o problema atinge 30% da população economicamente ativa (PEA). Os dados mostram ainda que, dos 30% dos entrevistados que sofrem de burnout, 94% se sentem incapacitados para trabalhar; 89% praticam presenteísmo &#8211; significa que estão presentes no trabalho, mas não conseguem realizar as tarefas propostas -, e 47% sofrem de depressão.</p>
<p>O estudo fez ainda um comparativo do desempenho profissional de um portador de burnout com o dos demais trabalhadores: em média, é de cinco horas a menos. Entre os sintomas do burnout que mais incomodam, 93% alegam a exaustão; 86%, a irritabilidade; 82% a falta de concentração e 74% enfatizam a dificuldade de relacionamento no ambiente profissional.</p>
<p>Publicado por <strong><a href="https://oglobo.globo.com/economia/emprego/sindrome-de-burnout-afeta-um-numero-cada-vez-maior-de-profissionais-2967484" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O GLOBO </a></strong></p>
<p>O post <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br/sindrome-de-burnout-afeta-um-numero-cada-vez-maior-de-profissionais/">Síndrome de &#8216;burnout&#8217; afeta um número cada vez maior de profissionais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.fatimabittencourt.com.br">Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ - Lumiar</a>.</p>
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