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	<title>Na Mídia &#8211; Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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	<description>Psicóloga Online e Presencial RJ. Lumiar e São Pedro da Serra - Nova Friburgo. Constelação Familiar, terapia de casal e individual.</description>
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	<title>Na Mídia &#8211; Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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		<title>Síndrome de &#8216;burnout&#8217; afeta um número cada vez maior de profissionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 19:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome deBurnout, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome de<em>Burnout</em>, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e médico do trabalho Duílio Antero de Camargo, presidente da Comissão Técnica de Saúde Mental e Trabalho da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), o transtorno está vinculado a uma exposição contínua a fatores de estresse crônicos no ambiente profissional e costuma causar inúmeros prejuízos ao trabalhador.</p>
<p>A síndrome, classicamente, resulta em três problemas principais: a exaustão emocional, caracterizada por fadiga, fraqueza, falta de esperança, impaciência, irritabilidade e dificuldade em lidar com as situações estressantes; a diminuição da realização pessoal, caracterizada, por exemplo, pela baixa satisfação com as atividades do trabalho e pela perda da competência; e a despersonalização, ou seja, o distanciamento afetivo e a insensibilidade em relação às demais pessoas. Camargo ressalta que, embora a pessoa afetada possa apresentar alguns sintomas de depressão, a síndrome não se caracteriza como um transtorno depressivo, segundo diversos autores.</p>
<p>&#8211; Por ser muito limitante, a síndrome acaba gerando altos índices de absenteísmo (faltas) e incapacidade ocupacional, além de fazer com que a pessoa tenha grandes dificuldades de manter os relacionamentos pessoais &#8211; acrescenta o representante da ANAMT.</p>
<p>Uma característica marcante dos trabalhadores que desenvolvem a Síndrome de <em>Burnout</em> é a dedicação exagerada ao trabalho, afirma o médico Clóvis Cechinel, responsável pelo setor de medicina do trabalho da DASA, prestadora de serviços de medicina diagnóstica. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é uma fase importante da síndrome: o portador de <em>Burnout</em> mede a autoestima pelo sucesso profissional.</p>
<p>&#8211; O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, o profissional apresenta necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão &#8211; diz Cechinel.</p>
<p>Vítima da síndrome, a economista Isabela, de 28 anos, que trabalha numa empresa privada de planos de saúde, decidiu procurar ajuda quando seu nível de estresse foi às alturas e ela não conseguia mais se concentrar:</p>
<p>&#8211; Eu andava muito irritada, sem paciência, e intolerante com todos os meus colegas de trabalho. Achava que a minha palavra tinha que ser a última, pois não conseguia ouvir ninguém falar. Isso também refletia na minha vida pessoal e eu já não conseguia me relacionar com as pessoas no dia a dia.</p>
<p>Com o tratamento a que se submeteu, Isabela começou a dominar melhor seus impulsos e a perceber que existiam outras pessoas ao seu redor:</p>
<p>&#8211; Vi que precisava me controlar para não tratar mal os outros. Passei a reconhecer minhas fraquezas e aprendi a parar, respirar, pensar e meditar para não tomar nenhuma decisão precipitada.</p>
<p><strong>A psicóloga Fátima Bittencourt, diretora do Grupo Sanare, esclarece, por sua vez, que o <em>Burnout </em>não acontece do dia para a noite: é um estado de esgotamento emocional e físico causado pelo estresse excessivo e prolongado. A doença afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato intenso e solidário com a causa alheia, como é o caso dos médicos, enfermeiros, psicólogos, professores e policiais. Recentemente, foram detectados muitos casos entre os funcionários das companhias aéreas, por conta dos grandes níveis de estresse no setor nos últimos anos.</strong></p>
<p><strong>&#8211; É muito comum confundir o transtorno com o estresse por conta de sintomas parecidos, como dores de cabeça, insônia, gastrite, lapsos de memória, falta de atenção, diarréia, alterações menstruais e de humor. No entanto, é preciso deixar claro que a síndrome está diretamente ligada à tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho &#8211; esclarece Fátima.</strong></p>
<p>Pesquisa realizada pela International Stress Management Association do Brasil (ISMA-BR), com mil profissionais de São Paulo e Porto Alegre, com idades entre 25 a 60 anos, revela que no Brasil o problema atinge 30% da população economicamente ativa (PEA). Os dados mostram ainda que, dos 30% dos entrevistados que sofrem de burnout, 94% se sentem incapacitados para trabalhar; 89% praticam presenteísmo &#8211; significa que estão presentes no trabalho, mas não conseguem realizar as tarefas propostas -, e 47% sofrem de depressão.</p>
<p>O estudo fez ainda um comparativo do desempenho profissional de um portador de burnout com o dos demais trabalhadores: em média, é de cinco horas a menos. Entre os sintomas do burnout que mais incomodam, 93% alegam a exaustão; 86%, a irritabilidade; 82% a falta de concentração e 74% enfatizam a dificuldade de relacionamento no ambiente profissional.</p>
<p>Publicado por <strong><a href="https://oglobo.globo.com/economia/emprego/sindrome-de-burnout-afeta-um-numero-cada-vez-maior-de-profissionais-2967484" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O GLOBO </a></strong></p>
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		<title>Mulheres em Ação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 16:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[Berenice Bellato, Mario Avelino e Fátima Bittencourt gravaram o  programa MULHERES EM AÇÃO, no Rio de Janeiro,  com tema sobre a nova lei das domésticas. &#160; &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Berenice Bellato, Mario Avelino e Fátima Bittencourt</strong> gravaram o  programa MULHERES EM AÇÃO, no Rio de Janeiro,  com tema sobre <strong>a nova lei das domésticas</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Wck7OeU1seQ" width="100%" height="450" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Entrevista para o &#8220;Nossa Galeria de Arte&#8221;, por Xanda Nascimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 01:56:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Psicóloga (Universidade Santa Úrsula) há mais de trinta anos, Fátima Bittencourt desenvolve seu trabalho com base em suas vivências, pesquisas constantes e especializações: terapia sistêmica de casal e família (núcleo e pesquisa), psicanálise (CEPLA), bioenergética, método e pesquisa (FGV), extensão em meditação e mente autosustentável (Instituto Mahayana). Pós-graduada em psicossomática (IMEPSI) e em formação holística [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Psicóloga (Universidade Santa Úrsula) há mais de trinta anos,<strong> Fátima Bittencourt</strong> desenvolve seu trabalho com base em suas vivências, pesquisas constantes e especializações: terapia sistêmica de casal e família (núcleo e pesquisa), psicanálise (CEPLA), bioenergética, método e pesquisa (FGV), extensão em meditação e mente autosustentável (Instituto Mahayana). Pós-graduada em psicossomática (IMEPSI) e em formação holística de base (Unipaz), Fátima Bittencourt é membro do ISMA-BR (International Stress Management Association), mentora do Stress Chech-up, diretora do Grupo Sanare, idealizadora e coordenadora dos Encontros de Saúde da Barra da Tijuca, Centro Holístico da Barra, Casa Azul – Instituto Social Elza Pires e Centro Neuropsicossoma da Barra e Grupo Sanare Saúde Integrada.</p>
<h3><b>Xanda:</b> Quando surgiu seu interesse pela psicologia?</h3>
<p><span class="style2">Fátima Bittencourt &#8211; Desde muito cedo enquanto bolava encontros para unir pessoas diferentes, pois precisava conhecer cada um para proporcionar harmonia nos eventos. Diz minha mãe que com 9 anos levava a escola para casa.</span></p>
<h3><span class="style1">Sua base teórica e filosófica, além da psicologia, também reúne psicossomática, filosofia oriental e neurociência. Poderia nos explicar como esses campos de estudos elevam a qualidade de vida do indivíduo?</span></h3>
<p><span class="style2">Jung um mestre genial dizia: “Quando atender um paciente esqueça tudo que sabe, deixe a alma se manifestar.” É meio assim.. quanto mais se conhece a si mesmo e quanto mais se leva na bagagem conhecimentos diversos, mais teremos recursos para ter uma escuta lúcida. Todos estes campos e outros não citados aqui são de muito valor para elevar a qualidade de vida de cada um. O importante é que o resultado seja um time fortalecido de corpo, mente e espírito.</span></p>
<h3><span class="style1">Como a filosofia oriental pode contribuir para o pensamento científico da neurociência e vice-versa? Qual a chave da harmonia entre o espiritual e o racional?</span></h3>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-16813 alignright" src="http://fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado1-g-300x191.jpg" alt="" width="384" height="244" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado1-g-300x191.jpg 300w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado1-g.jpg 700w" sizes="(max-width: 384px) 100vw, 384px" /></p>
<h3></h3>
<p style="text-align: left;"><span class="style2">Me baseio muito em meus estudos do Budismo, na Meditação. H</span><span class="style2">á tempos  monges se disponibizam no estudo científico </span>Instituto Mind and Life, para o que a ciência já comprova: o bene<span class="style2">fício </span><span class="style2">da meditação em todas áreas existentes. Não existe uma chave que conecta o racional com o espiritual. Existe s</span><span class="style2">im, disponível muitos ensinamentos sagrados e genuínos, como didática no processo da evolução da consciência, assim como Buda, Cristo e outros deixaram. Quanto mais uma consciência evolui, mais a espiritualidade se manifesta. Neste campo o intelecto não consegue atingir, pois são experiências pessoais de se conectar com o sagrado.</span></p>
<h3><span class="style1">Quais técnicas terapêuticas você indica para o desenvolvimento cognitivo?</span></h3>
<p>Por mais parodoxal que possa ser esta resposta: nenhuma específica. Talvez em nosso contemporâneo mundo de excessos de estímulos, cabe mais o silenciar interno do terapeuta para ter a capacidade da escuta. Então, surgem técnicas diversas para ativar o potencial cognitivo de cada um. Me lembro que aprendi com Darcy Ribeiro que matemática pode ser ensinada com caroços de feijão. Como a música estimula os hemisférios esquerdo e direito, não é mesmo Xanda? A Arteterapia idem, chegando as mais sutis técnicas como a neuroplasticidade e técnicas de harmonização energéticas. Descobertas de que o coração é que comanda e não o célebro é revolucionária e ao mesmo tempo tão simples.</p>
<h3><span class="style1">Como vê a importância do relaxamento e da meditação para o desenvolvimento da cultura de paz no Brasil?</span></h3>
<p>Ghandi dizia: A Paz começa em você. Se ao lado dos dirigentes do país existisse um meditador, o que durante séculos aconteceu na história, com certeza a paz seria a nova cultura. Mas será, porque existem leis superiores que conduzem as crises para os antígenos apropriados. Certamente, o ato de silenciar-se para percorrer um caminho interno de autoconhecimento, em si harmoniza todo entorno. Quem medita emana ondas eletromagnéticas medidas em hertz, que ativam outras ondas que estejam em desequilíbrio. Esta é a base da física quântica. <img decoding="async" class=" wp-image-16798 alignright" src="http://fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado2-g-200x300.jpg" alt="" width="245" height="368" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado2-g-200x300.jpg 200w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado2-g.jpg 400w" sizes="(max-width: 245px) 100vw, 245px" />As crianças já nascem com diferentes paradígmas, com a pineal desenvolvida que rege a intuição e este momento da paz mundial, será um marco na história. Sairemos assim da terceira dimensão para entrar na quinta, que é do Amor!</p>
<h3><span class="style1">Em seu artigo “Estresse: o mal do século” da Revista Psique (edição 63) você informa que um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse, ISMA (International Stress Management Association), revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com níveis de estresse altíssimos. Pelo menos três em cada sete trabalhadores sofrem a síndrome de Burnout, associada à vida profissional. Como podemos identificar esta síndrome?</span></h3>
<p><span class="style2">Este número aumentou bastante Xanda. A tendência mundial é o término do trabalho escravo e já podemos observar quantos que ganham dinheiro fazendo o que gostam e em suas casas&#8230;assim como eu rsrs&#8230;Trabalho precisa ser missão e não obrigação. Deixando aqui os 0s 10 estágios de Burnout, que identifica bem, ok? (1) Necessidade de se afirmar; (2) dedicação intensificada com predominância da necessidade de fazer tudo sozinho até se tornar uma compulsão; (3) descaso com as necessidades pessoais como dormir, comer, ter lazer, sair com os amigos começam a perder o sentido; (4) o portador percebe que algo não vai bem, mas não enfrenta o problema; (5) é quando ocorrem as manifestações físicas. (gastrite, insônia, dores musculares, problemas cardiovasculares, baixa de imunidade, entre outros); (6) isolamento, o que antes tinha valor sofre desvalorização: lazer, casa, amigos e o trabalho, que eram a referência de autoestima; (7) pode desenvolver uma Fobia Social, nessa fase os outros são completamente desvalorizados e tidos como incapazes, os contatos sociais são repelidos, cinismo, falta de cooperação no trabalho, dificuldade de relacionamento com os clientes; mudanças evidentes de comportamento como agressividade, vazio interior e depressão. (8) marcas de indiferença, desesperança; (9) a vida perde o sentido; e, finalmente, (10) a síndrome do esgotamento profissional propriamente dita chega ao colapso físico e mental, esse estágio é considerado de emergência e a ajuda médica e psicológica uma urgência.</span></p>
<h3><span class="style1"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-16832 alignleft" src="http://fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado3-g-300x297.jpg" alt="" width="300" height="297" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado3-g-300x297.jpg 300w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado3-g-150x150.jpg 150w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado3-g.jpg 607w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Como lidar com o estresse num mundo tão competitivo?</span></h3>
<p><span class="style2">Algumas dicas eu daria&#8230; Aceite apenas sua própria responsabilidade nas situações do trabalho. Defina expectativas realistas para si mesmo. Concentre-se no processo e não apenas nos resultados. Desenvolva a sua própria definição pessoal de sucesso, em vez da sociedade. Seja realista sobre as expectativas de tempo e perspectivas. Reconheça que você pode ser criticado mais do que ter elogios pelos pais, parceiros e supervisores. Crie variedades: as coisas velhas em novas formas. Desenvolva um hobby e passe um tempo com ele regularmente. Aprenda a boa prática de gestão do dinheiro. Não leve trabalho para casa com você. Diminua o tempo de televisão e veículos de informações. Mantenha boa forma física: boa dieta e exercício adequado. Relaxe. Medite para acalmar a mente e obter a consciência do motivo desse esgotamento. Faça Retiros!</span></p>
<h3><span class="style1">Sua preocupação e comprometimento com o bem-estar das pessoas são evidentes. Você coordena cursos e workshops sobre qualidade de vida, oferece consultoria empresarial, divulga a visão integrada da saúde através de palestras, simpósios, artigos, etc. Como é para você compartilhar sua vivência e saberes?</span></h3>
<p>O tempo todo é um ato de humildade, de ser aprendiz de como passar ensinamentos e uma certeza interna de missão cumprida. Xanda&#8230;Tudo flui!</p>
<h3>Depois de morar e trabalhar por 25 anos no badalado bairro Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, você se mudou para o bairro Vargem Grande. O que a motivou a tomar essa decisão?</h3>
<p>A Barra foi uma fase onde pude criar meus filhos em condomínios e trabalhar tranquilamente, mas mudou bastante, se tornando um bairro com engarrafamentos e tudo mais. Quando em minha clínica no Downtown um paciente em crise de pânico retornou após ao término da<img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-16835 alignleft" src="http://fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado4-g-300x200.jpg" alt="" width="320" height="213" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado4-g-300x200.jpg 300w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado4-g.jpg 750w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado4-g-700x467.jpg 700w" sizes="auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px" />consulta se queixando que havia perdido o carro no gigante estacionamento, foi a gota d&#8217;água.</p>
<h3><span class="style1">Em Vargem Grande você construiu um espaço zen dedicado a saúde, arte e meditação: o Solar dos Budas. Conta pra gente como surgiu a ideia.</span></h3>
<p><span class="style2">Então, como descrevi até aqui, foi acontecendo&#8230; Eu já tinha tido a experiência em fundar uma Ong no Recreio dos Bandeirantes, naturalmente me instalei e de repente O Globo veio me entrevistar. Sempre tive assessoria de imprensa, contudo em Vargem Grande a transparência somada a um estado natural mais tranquilo e maduro, promovem abundância. Em primeiro lugar, não queria mais pagar absurdos de condomínio no que era meu, assim poderia cobrar menos e atender melhor. O tempo aqui em Vargem Grande é diferente e os que chegam levam mudas, pintam, interagem com a natureza, meditam e assim ativam a memória da cura e da compaixão pelos seres.</span></p>
<h3><span class="style1">O que o Solar dos Budas oferece?</span></h3>
<p><span class="style2">Atendimento psicológico, meditação, arteterapia, fototerapia, cineterapia, Reiki, terapias corporais, encontros de reflexões, cursos e retiros. </span></p>
<h3><span class="style1">Como é a sua rotina de bem-estar?</span></h3>
<p><span class="style2">Na manhã medito, depois suco vegetal, alongamentos e repeitar meu relógio biológico. Super café da manhá e não tenho mais despertador, quase não vejo TV, apenas bons filmes. Caminhadas. <img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-16836 alignright" src="http://fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado5-g-1-300x196.jpg" alt="" width="326" height="213" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado5-g-1-300x196.jpg 300w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado5-g-1-400x260.jpg 400w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado5-g-1-700x458.jpg 700w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2017/12/entrevistado5-g-1.jpg 750w" sizes="auto, (max-width: 326px) 100vw, 326px" />Só em optar por morar e trabalhar num local dentro da cidade, onde estou cercada de natureza e um riozinho de presente, não tem como não ser convidada a contemplar a vida. Comer um pouco do que planto, ter uma consciência ecológica, estar a cinco minutos de uma cachoeira, silêncio. Silêncio&#8230; Paz! O que de melhor de mim poderia oferecer a mim, a família, ao bairro, aos pacientes e alunos como também ao planeta? Ah! Sim&#8230; Os retiros de fins de semana em pousadas pelo Brasil afora, até meu projeto de um Hospital com Tratamentos Naturais ser concluído.</span></p>
<h3><span class="style1">Você realiza retiros de meditação em vários locais do Brasil, como é viver e conviver em um retiro? Que vantagens físicas, emocionais e espirituais o retiro proporciona? </span></h3>
<p><span class="style2">Xanda, são divisores de água. Precisa ter a experiência para experimentar, com um grupo em harmonia na natureza ativa, a autocura e, principalmente, a compaixão humana. Bora ir?</span></p>
<h3><span class="style1">Poderia deixar para os nossos leitores algumas dicas de ações que trazem qualidade de vida a curto e médio prazo? </span></h3>
<p><span class="style2">Aprender a meditar para silenciar a mente, uma mente silenciosa é lúcida e conduzirá o caminho com luz. Cuidar do corpo da maneira mais generosa possível e para o sempre estar com espaços abertos para se conhecer mais. Assim se expande o espírito da cultura de paz! Assim se aceita o mistério da existência&#8230; agradecendo a terra e saudando o cosmo, para sentir os deuses em si! </span></p>
<p>Entrevista feita por<em> Xanda Nascimento</em>, para o <strong><a href="http://www.ngarteprodutoracultural.com.br" target="_blank" rel="noopener">Nossa Galeria de Arte</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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