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	<title>Fátima Bittencourt &#8211; Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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	<description>Psicóloga Online e Presencial RJ. Lumiar e São Pedro da Serra - Nova Friburgo. Constelação Familiar, terapia de casal e individual.</description>
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	<title>Fátima Bittencourt &#8211; Psicóloga Online e Presencial Nova Friburgo RJ &#8211; Lumiar</title>
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	<item>
		<title>Relação entre Trauma, Ansiedade e Solidão</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/relacao-entre-trauma-ansiedade-e-solidao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:10:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;As crianças não se traumatizam porque sentem dor. O trauma nasce quando elas ficam sozinhas com a dor. &#8221; Gabor Maté Segundo a psicologia contemporânea , a ansiedade está profundamente ligada a traumas, especialmente aos traumas de infância. O trauma não se resume apenas a um evento catastrófico isolado (como um acidente ou uma guerra). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;As crianças não se traumatizam porque sentem dor. O trauma nasce quando elas ficam sozinhas com a dor. &#8221; Gabor Maté</p>
<p>Segundo a psicologia contemporânea , a ansiedade está profundamente ligada a traumas, especialmente aos traumas de infância.</p>
<p>O trauma não se resume apenas a um evento catastrófico isolado (como um acidente ou uma guerra). O trauma também é visto como uma força invisível que molda nossa vida e uma desconexão de nós mesmos, ocorrendo quando sofremos uma ferida emocional sem o suporte necessário para processá-la.</p>
<h2>Como o trauma gera ansiedade?</h2>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-17893 size-full" src="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2026/09/relacao-entre-trauma-ansiedade-e-solidao_2.jpg" alt="" width="794" height="429" srcset="https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2026/09/relacao-entre-trauma-ansiedade-e-solidao_2.jpg 794w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2026/09/relacao-entre-trauma-ansiedade-e-solidao_2-300x162.jpg 300w, https://www.fatimabittencourt.com.br/wp-content/uploads/2026/09/relacao-entre-trauma-ansiedade-e-solidao_2-768x415.jpg 768w" sizes="(max-width: 794px) 100vw, 794px" /></p>
<p>O corpo mantém o alerta: Quando passamos por situações difíceis crônicas na infância (como rejeição, negligência ou ambientes instáveis), o cérebro e o sistema nervoso aprendem que o mundo é um lugar perigoso. A ansiedade surge como um mecanismo de sobrevivência que tenta prever e evitar ameaças futuras.</p>
<p>O trauma fica guardado no corpo. Como as crianças não sabem como lidar com sentimentos avassaladores, elas criam defesas (como reprimir emoções). Anos mais tarde, essa energia acumulada se manifesta na forma de uma ansiedade crônica e inexplicável, dores físicas e doenças psicossomáticas.</p>
<p>A ansiedade, portanto, não é vista como um &#8220;defeito de fábrica&#8221; ou apenas um desequilíbrio genético, mas sim como uma resposta adaptativa a um ambiente que foi doloroso ou assustador.</p>
<p>O caminho para a cura envolve olhar para essas feridas com compaixão e buscar a reconexão com as próprias emoções.</p>
<p>Essa é uma perspectiva profunda e muito acolhida pela psicologia contemporânea, especialmente por abordagens focadas no trauma e no apego (como a Teoria do Apego e a Somatic Experiencing), na qual tenho me aprofundado nestes últimos anos.</p>
<p>O trauma não é determinado apenas pelo evento doloroso em si, mas pela solidão e pela falta de amparo para processá-lo.</p>
<p>Quando uma pessoa passa por uma situação esmagadora e encontra um ambiente seguro, validação e acolhimento imediato, o cérebro e o corpo conseguem processar e integrar aquela experiência. No entanto, quando o sofrimento é vivido no isolamento, no silêncio ou na invalidação, a experiência fica &#8220;fretada&#8221; no sistema nervoso, transformando-se em trauma. É a ausência de um &#8220;outro regulador&#8221; que cronifica a dor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Experiências de Vida: Como os Genes Guardam Nossa História por Gerações</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/experiencias-de-vida-como-os-genes-guardam-nossa-historia-por-geracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:37:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O meio ambiente e as experiências vividas deixam uma “marca” genética que, embora não altere o DNA, pode ser transmitida por muitas gerações. Os genes dos seres vivos possuem uma espécie de “memória”, capaz de permanecer marcada pelos efeitos de tudo aquilo que lhes acontece durante a existência: a influência do meio ambiente em que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="224" data-end="367">O meio ambiente e as experiências vividas deixam uma “marca” genética que, embora não altere o DNA, pode ser transmitida por muitas gerações.</p>
<p data-start="369" data-end="851">Os genes dos seres vivos possuem uma espécie de “memória”, capaz de permanecer marcada pelos efeitos de tudo aquilo que lhes acontece durante a existência: a influência do meio ambiente em que vivem, as experiências pelas quais passam, as dores, os prazeres, os traumas e os aprendizados. Em resumo, tudo o que vivemos e todas as coisas com as quais entramos em contato “marcam” nossa memória genética e alteram não apenas nossa própria vida, mas também a dos nossos descendentes.</p>
<p data-start="853" data-end="1321">Para começar, sabemos que dois gêmeos univitelinos nascem com a mesma genética, mas, durante o crescimento, o ambiente e as experiências vividas alteram a expressão de alguns genes, ativando-os ou desativando-os, de forma que o potencial individual seja expressado ou reprimido. É por essas razões que dois ou mais irmãos gêmeos desse tipo, embora geneticamente idênticos, podem desenvolver, desde cedo, padrões de comportamento e características físicas diferentes.</p>
<p data-start="1323" data-end="1676">Mas as coisas vão ainda mais longe: um estudo publicado recentemente na revista <em data-start="1403" data-end="1412">Science</em> demonstra que essas importantes “marcas” ambientais, que influenciam o comportamento dos nossos genes, podem ser transmitidas por muito tempo — em alguns casos, por até 14 gerações, como demonstrado em pesquisas com vermes nematóides (<em data-start="1648" data-end="1672">Caenorhabditis elegans</em>).</p>
<p data-start="1678" data-end="1921">Esses estudos abrem caminhos para que a ciência comprove o acesso às informações que o campo morfogenético exerce na constelação familiar. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f337.png" alt="🌷" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Um ótimo motivo para termos consciência do que estamos deixando como herança genética, não é mesmo?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dependência Emocional: como identificar os sinais e buscar ajuda</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/dependencia-emocional-como-identificar-os-sinais-e-buscar-ajuda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 18:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[A dependência emocional, também conhecida como codependência, pode ser definida como uma condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade de manter um relacionamento saudável. Essa questão atrapalha a relação entre os envolvidos e também repercute em diferentes áreas da vida. Sinais da codependência Como identificar a dependência emocional? Veja abaixo alguns sinais: – Comportamentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="121" data-end="414"><strong data-start="121" data-end="148">A dependência emocional</strong>, também conhecida como codependência, pode ser definida como uma condição emocional ou comportamental que afeta a habilidade de manter um relacionamento saudável. Essa questão atrapalha a relação entre os envolvidos e também repercute em diferentes áreas da vida.</p>
<h3 data-start="416" data-end="445">Sinais da codependência</h3>
<p data-start="447" data-end="517">Como identificar a dependência emocional? Veja abaixo alguns sinais:</p>
<p data-start="519" data-end="1002">– Comportamentos de submissão ao outro;<br data-start="558" data-end="561" />– Sintomas de abstinência na ausência do outro;<br data-start="608" data-end="611" />– Dificuldade em tomar decisões nos relacionamentos;<br data-start="663" data-end="666" />– Sentimentos de insatisfação;<br data-start="696" data-end="699" />– Vazio emocional;<br data-start="717" data-end="720" />– Medo da solidão;<br data-start="738" data-end="741" />– Baixa tolerância à frustração;<br data-start="773" data-end="776" />– Angústia e ansiedade;<br data-start="799" data-end="802" data-is-only-node="" />– Desejos de autodestruição e sentimentos negativos;<br data-start="854" data-end="857" />– Falta de consciência de si mesmo;<br data-start="892" data-end="895" />– Sensação de estar preso ao relacionamento e de que não conseguirá deixá-lo;<br data-start="972" data-end="975" />– Conflitos existenciais.</p>
<p data-start="1004" data-end="1345">Na dependência emocional, esses sinais mencionados acima são alguns dos principais sintomas que podem ajudar o parceiro a identificar o problema e a oferecer apoio para que o indivíduo busque ajuda. O dependente emocional necessita de proteção, pois apresenta baixa autoestima, reforçada pela crença de que sua felicidade depende do outro.</p>
<p data-start="1347" data-end="1570">Quando não identificada, a dependência emocional pode evoluir para sintomas graves, como depressão, transtornos alimentares, transtornos de ansiedade, estresse, abuso de substâncias, insônia, autodestruição, entre outros.</p>
<p data-start="1572" data-end="1778">O apoio de um terapeuta ajuda a tomar consciência das origens do sintoma, oferecendo uma oportunidade valiosa para o autoconhecimento e, consequentemente, para a harmonização dos dois sistemas familiares.</p>
<p data-start="1780" data-end="1834"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f58d.png" alt="🖍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1783" data-end="1832">Fátima Bittencourt – Psicóloga e Consteladora</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sente medo de abandono nos seus relacionamentos e na sua vida pessoal?</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/voce-sente-medo-de-abandono-nos-seus-relacionamentos-e-na-sua-vida-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 18:28:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[Deixo aqui mais conteúdo sobre as dores da nossa criança interior que não foram resolvidas (somos cheios delas no inconsciente!) e que, na vida adulta, são vividas como um terremoto de sentimentos — dor, angústia e autossabotagem. 🌬 Pessoas que constantemente têm medo de serem deixadas de lado, ou que sentem ansiedade só de pensar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="238" data-end="473">Deixo aqui mais conteúdo sobre as dores da nossa criança interior que não foram resolvidas (somos cheios delas no inconsciente!) e que, na vida adulta, são vividas como um terremoto de sentimentos — dor, angústia e autossabotagem. <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f32c.png" alt="🌬" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p data-start="475" data-end="732">Pessoas que constantemente têm medo de serem deixadas de lado, ou que sentem ansiedade só de pensar na possibilidade do abandono, vivenciaram, em algum momento da infância, um “movimento interrompido na direção dos pais” (visão sistêmica). Vou explicar <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f447.png" alt="👇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p data-start="734" data-end="987">Quando somos pequenos, a ausência dos pais implica em risco de vida, pois não conseguimos sobreviver sem eles. Um trauma registrado no cérebro em desenvolvimento (que ainda não compreende muitas coisas) deixa sequelas que permanecem até a vida adulta.</p>
<p data-start="989" data-end="1298">Quer saber mais? A grande maioria de nós já passou por esse “trauma” do abandono, alguns de forma mais intensa e outros de maneira mais branda. Afinal, para a criança pequena, uma simples saída de casa e a demora no retorno pode ser sentida como abandono. A dúvida é: até onde isso nos afeta na vida adulta?</p>
<p data-start="1300" data-end="1606">O medo constante de perder nos impulsiona para o movimento dos pensamentos involuntários. Temos tanto medo de perder que, como consequência, acabamos perdendo. Às vezes até provocamos essa perda: “já que vou ser abandonado de qualquer jeito, é melhor sabotar tudo de uma vez para acelerar esse processo”.</p>
<p data-start="1608" data-end="1916">Trazer as dores e os medos inconscientes para o consciente e compreender sua dinâmica muda a qualidade da vida. A sessão de constelação ordena o sistema familiar em relação às leis do pertencimento, da hierarquia e do equilíbrio. A terapia é um profundo processo de autoconhecimento na busca de si próprio.</p>
<p data-start="1918" data-end="1981"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f58d.png" alt="🖍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong data-start="1921" data-end="1943">Fátima Bittencourt</strong><br data-start="1943" data-end="1946" />Psicologia e Constelação Familiar</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que é a depressão?</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/o-que-e-a-depressao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2019 18:17:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear. De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Considerada um transtorno mental afetivo, ou uma doença psiquiátrica, a depressão é caracterizada pela tristeza constante e outros sintomas negativos que incapacitam o indivíduo para as atividades corriqueiras, como trabalhar, estudar, cuidar da família e até passear.</p>
<p>De acordo com OMS (Organização Mundial de Saúde), até 2020 a depressão será a principal doença mais incapacitante em todo o mundo. Isso significa que quem sofre de depressão tem a sua rotina virada do avesso. Ela deixa de produzir e tem a sua vida pessoal bastante prejudicada.</p>
<p>Atualmente, mais de 120 milhões de pessoas sofrem com a depressão no mundo – estima-se que só no Brasil, são 17 milhões. E cerca de 850 mil pessoas morrem, por ano, em decorrência da doença.</p>
<p>Descrita pela primeira vez no início do século 20, a depressão ainda hoje é confundida com tristeza, sentimento comum a todas as pessoas em algum momento da vida. Brigar com o namorado, repetir o ano escolar e perder o emprego são motivos para deixar alguém triste, cabisbaixo. Isso não significa, porém, que o sujeito está com depressão. Em alguns dias, ele, certamente, vai estar melhor.</p>
<p>O desconhecimento real do funcionamento desse transtorno afetivo é o principal responsável por um dos maiores problemas para quem sofre com a depressão: o preconceito. Principalmente no ambiente de trabalho, onde há competições e cobranças por bom desempenho, é comum as pessoas nem comentarem sobre a enfermidade. Nesses casos, o melhor é tirar férias ou licença médica.</p>
<p>E não é só isso. A ignorância em torno da doença faz com que familiares e amigos, na tentativa de ajudar, piorem ainda mais a condição do depressivo.</p>
<p>Frases como “tenha um pouco de força de vontade”, “vamos passear no shopping que melhora”, “você tem uma vida tão boa, tá com depressão por que?” e “se ocupe com outras coisas que você não terá tempo de pensar em bobagens”, funcionam como uma bomba na cabeça de quem já se esforça, diariamente, para conseguir sair da cama.</p>
<p>O tratamento precisa ser multidisciplinar. Psicólogo, Psiquiatra, Medicinas Complementares e participação da família.</p>
<p>Escutar o paciente, convidar com muita delicadeza a um passeio na natureza, repetir que o ama. Estas posturas recarregam o campo afetivo dos portadores de depressão.<br />
Ativar a Potencia do Coração Sempre!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de &#8216;burnout&#8217; afeta um número cada vez maior de profissionais</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/sindrome-de-burnout-afeta-um-numero-cada-vez-maior-de-profissionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 19:36:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome deBurnout, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>RIO &#8211; Você se irrita ao extremo no trabalho e está com a sensação de esgotamento físico e mental? Apresenta falta de concentração e falhas de memória? Fique atento, pois você pode ser mais uma vítima da Síndrome de<em>Burnout</em>, que vem atingindo um número cada vez maior de brasileiros. De acordo com o psiquiatra e médico do trabalho Duílio Antero de Camargo, presidente da Comissão Técnica de Saúde Mental e Trabalho da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), o transtorno está vinculado a uma exposição contínua a fatores de estresse crônicos no ambiente profissional e costuma causar inúmeros prejuízos ao trabalhador.</p>
<p>A síndrome, classicamente, resulta em três problemas principais: a exaustão emocional, caracterizada por fadiga, fraqueza, falta de esperança, impaciência, irritabilidade e dificuldade em lidar com as situações estressantes; a diminuição da realização pessoal, caracterizada, por exemplo, pela baixa satisfação com as atividades do trabalho e pela perda da competência; e a despersonalização, ou seja, o distanciamento afetivo e a insensibilidade em relação às demais pessoas. Camargo ressalta que, embora a pessoa afetada possa apresentar alguns sintomas de depressão, a síndrome não se caracteriza como um transtorno depressivo, segundo diversos autores.</p>
<p>&#8211; Por ser muito limitante, a síndrome acaba gerando altos índices de absenteísmo (faltas) e incapacidade ocupacional, além de fazer com que a pessoa tenha grandes dificuldades de manter os relacionamentos pessoais &#8211; acrescenta o representante da ANAMT.</p>
<p>Uma característica marcante dos trabalhadores que desenvolvem a Síndrome de <em>Burnout</em> é a dedicação exagerada ao trabalho, afirma o médico Clóvis Cechinel, responsável pelo setor de medicina do trabalho da DASA, prestadora de serviços de medicina diagnóstica. O desejo de ser o melhor e sempre demonstrar alto grau de desempenho é uma fase importante da síndrome: o portador de <em>Burnout</em> mede a autoestima pelo sucesso profissional.</p>
<p>&#8211; O que tem início com satisfação e prazer termina quando esse desempenho não é reconhecido. Nesse estágio, o profissional apresenta necessidade de se afirmar e o desejo de realização profissional se transforma em obstinação e compulsão &#8211; diz Cechinel.</p>
<p>Vítima da síndrome, a economista Isabela, de 28 anos, que trabalha numa empresa privada de planos de saúde, decidiu procurar ajuda quando seu nível de estresse foi às alturas e ela não conseguia mais se concentrar:</p>
<p>&#8211; Eu andava muito irritada, sem paciência, e intolerante com todos os meus colegas de trabalho. Achava que a minha palavra tinha que ser a última, pois não conseguia ouvir ninguém falar. Isso também refletia na minha vida pessoal e eu já não conseguia me relacionar com as pessoas no dia a dia.</p>
<p>Com o tratamento a que se submeteu, Isabela começou a dominar melhor seus impulsos e a perceber que existiam outras pessoas ao seu redor:</p>
<p>&#8211; Vi que precisava me controlar para não tratar mal os outros. Passei a reconhecer minhas fraquezas e aprendi a parar, respirar, pensar e meditar para não tomar nenhuma decisão precipitada.</p>
<p><strong>A psicóloga Fátima Bittencourt, diretora do Grupo Sanare, esclarece, por sua vez, que o <em>Burnout </em>não acontece do dia para a noite: é um estado de esgotamento emocional e físico causado pelo estresse excessivo e prolongado. A doença afeta especialmente aqueles profissionais obrigados a manter contato intenso e solidário com a causa alheia, como é o caso dos médicos, enfermeiros, psicólogos, professores e policiais. Recentemente, foram detectados muitos casos entre os funcionários das companhias aéreas, por conta dos grandes níveis de estresse no setor nos últimos anos.</strong></p>
<p><strong>&#8211; É muito comum confundir o transtorno com o estresse por conta de sintomas parecidos, como dores de cabeça, insônia, gastrite, lapsos de memória, falta de atenção, diarréia, alterações menstruais e de humor. No entanto, é preciso deixar claro que a síndrome está diretamente ligada à tentativa de adaptação a uma situação claramente desconfortável no trabalho &#8211; esclarece Fátima.</strong></p>
<p>Pesquisa realizada pela International Stress Management Association do Brasil (ISMA-BR), com mil profissionais de São Paulo e Porto Alegre, com idades entre 25 a 60 anos, revela que no Brasil o problema atinge 30% da população economicamente ativa (PEA). Os dados mostram ainda que, dos 30% dos entrevistados que sofrem de burnout, 94% se sentem incapacitados para trabalhar; 89% praticam presenteísmo &#8211; significa que estão presentes no trabalho, mas não conseguem realizar as tarefas propostas -, e 47% sofrem de depressão.</p>
<p>O estudo fez ainda um comparativo do desempenho profissional de um portador de burnout com o dos demais trabalhadores: em média, é de cinco horas a menos. Entre os sintomas do burnout que mais incomodam, 93% alegam a exaustão; 86%, a irritabilidade; 82% a falta de concentração e 74% enfatizam a dificuldade de relacionamento no ambiente profissional.</p>
<p>Publicado por <strong><a href="https://oglobo.globo.com/economia/emprego/sindrome-de-burnout-afeta-um-numero-cada-vez-maior-de-profissionais-2967484" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O GLOBO </a></strong></p>
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		<item>
		<title>Mulheres em Ação</title>
		<link>https://www.fatimabittencourt.com.br/mulheres-em-acao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 16:58:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Na Mídia]]></category>
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					<description><![CDATA[Berenice Bellato, Mario Avelino e Fátima Bittencourt gravaram o  programa MULHERES EM AÇÃO, no Rio de Janeiro,  com tema sobre a nova lei das domésticas. &#160; &#160;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Berenice Bellato, Mario Avelino e Fátima Bittencourt</strong> gravaram o  programa MULHERES EM AÇÃO, no Rio de Janeiro,  com tema sobre <strong>a nova lei das domésticas</strong>.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Wck7OeU1seQ" width="100%" height="450" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Os Sete Tipos de Paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 16:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[espiritualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Os índios Aymara, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz: O primeiro tipo de paz é para dentro de cada um de nós. Com a saúde de nosso corpo, a clareza de nossa mente, a satisfação com nosso trabalho, a alegria com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os <strong>índios Aymara</strong>, que habitam há séculos as margens do lago Titicaca, nos Andes, defendem a necessidade de sete diferentes tipos de paz:</p>
<p>O <strong>primeiro</strong> tipo de paz é para dentro de cada um de nós. Com a saúde de nosso corpo, a clareza de nossa mente, a satisfação com nosso trabalho, a alegria com a pessoa que escolhemos para amar. Sem paz consigo mesmo, não há Paz.</p>
<p>O <strong>segundo</strong> é para cima. Com o espírito de seus antepassados, com Deus. Se você não está em paz com o mundo sobrenatural, espiritual, com a metafísica de sua existência, sua paz está incompleta.</p>
<p>O <strong>terceiro</strong> tipo de paz é para frente, com o seu passado. Diferentemente dos homens brancos com sua arrogante cultura ocidental que põem o passado para trás, os Aymara o colocam para adiante, por ser o visto, o vivido, o conhecido. Quem tem remorsos, culpas, dívidas não pagas, arrependimentos, não está totalmente em paz.</p>
<p>O <strong>quarto</strong> tipo de paz é para trás, com seu futuro. Quem tem medo do que virá, está assustado com dívidas a pagar, se apavora com o que terá de enfrentar, com a possibilidade de más notícias, com emprego incerto, esperando más notícias, não está em paz.</p>
<p>O <strong>quinto</strong> é para o lado esquerdo, com seus próximos. Sem a paz familiar, não há paz. Desavenças domésticas, disputas, queixas, ranger de dentes com a família, o descontentamento com familiares e amigos próximos, tira o sentimento de paz.</p>
<p>O <strong>sexto</strong> tipo de paz é para o lado direito, com seus vizinhos. Não adianta a paz em casa, se do outro lado da rua estão a ameaça, a desavença, o descontentamento com a casa ao lado traz impedimentos para a verdadeira Paz.</p>
<p>E o <strong>sétimo</strong> tipo de paz é para baixo: Com a terra que você pisa, de onde virá seu sustento. Se você provoca a tempestade ou a seca, se o solo secar ou tremer, não haverá paz completa.</p>
<p>Se tudo é nossa projeção, depende apenas de você…não é mesmo?</p>
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		<title>2018: Alinhamentos Possíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Dec 2017 16:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Astrologia]]></category>
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					<description><![CDATA[É o momento de se alinhar com as novas alianças energéticas do planeta e receber novas ondas de iluminação e o suporte que se precisa para ativar a evolução pessoal e coletiva. Há tempos estamos sendo preparados para esse salto quântico, cabendo a cada um se dar permissão aos novos níveis de energias que estão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É o momento de se alinhar com as novas alianças energéticas do planeta e receber novas ondas de iluminação e o suporte que se precisa para ativar a evolução pessoal e coletiva. Há tempos estamos sendo preparados para esse salto quântico, cabendo a cada um se dar permissão aos novos níveis de energias que estão na célula do corpo, para receber o sagrado.</p>
<p>Unir corpo-mente-espírito! Centros de comunhão telepática estão reabertos, da energia sagrada com nós e o universo. Esse conhecimento não é novo, é ancestral e voltamos a receber depois de tempos beber da fonte do esquecimento. As células podem ser alinhadas ao planeta que está passando por uma transformação energética, no tear de redes sagradas.</p>
<p>Círculos, mandalas, linhas de meridianos, abertura de portais se disponibilizam para todos retornarem a morada. Essa aliança energética favorece ir ao encontro com voce, seu coração e alma. Cabe voce estar alinhado para se conectar a esse alinhamento.e ir a outro nível também , recebendo conscientemente essa oportunidade. Sinta no seu coração as forças da natureza que sempre nos ajudarão.</p>
<p>A Terra toda é um lugar sagrado&#8230;Dê a terra o que pertence a terra e ao céu o que pertence ao céu. Realinhe-se e recorde do seu EU o TODO, para que toda evolução coletiva seja possível&#8230; Que todos seres sejam felizes!</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Oxitocina, o Hormônio do Amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fátima Bittencourt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Dec 2017 23:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexões]]></category>
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					<description><![CDATA[A oxitocina é um hormônio produzido principalmente pelo hipotálamo (uma região do cérebro do tamanho de uma amêndoa localizada perto do tronco cerebral, que liga o sistema nervoso ao sistema endócrino através da glândula pituitária). A oxitocina é liberada diretamente no sangue através da glândula pituitária, ou para outras partes do cérebro e da medula [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A oxitocina é um hormônio produzido principalmente pelo hipotálamo (uma região do cérebro do tamanho de uma amêndoa localizada perto do tronco cerebral, que liga o sistema nervoso ao sistema endócrino através da glândula pituitária).</p>
<p>A oxitocina é liberada diretamente no sangue através da glândula pituitária, ou para outras partes do cérebro e da medula espinhal. Embora provavelmente mais conhecida por seu papel no parto e amamentação, a pesquisa mostrou que a ocitocina pode ter muitos efeitos de longo alcance para homens e mulheres em muitas áreas de suas vidas, particularmente quando se trata de relacionamentos e envolvimento &#8220;emocional&#8221;.</p>
<p>Quando amamentamos, produzimos oxitocina, conhecido como Hormônio do Amor. Temos um instinto de sobrevivência tão forte, que em tempos de tantos desamores, estamos produzindo este hormônio coletivamente. Pesquisas anteriores já haviam relacionado alguns outros fatores bioquímicos no sangue ao envelhecimento, mas a ocitocina é a primeira molécula antienvelhecimento identificada a ser aprovada pelo FDA para uso clínico nos seres humanos. A forma sintética da ocitocina já é usada para o controle do sangramento após o parto. Ensaios clínicos de um spray nasal de ocitocina também estão em andamento para aliviar os sintomas associados com doenças mentais, como autismo, esquizofrenia e demência.</p>
<p>A cura do câncer e outras mais também estão sendo estudadas com a Ocitocina.</p>
<p>Que maravilha, do seio, se espalhando pelo corpo físico, emocional, espiritual e cósmico. Afinal, estamos aqui pelo Amor e para o Amor, não é mesmo?</p>
<p>Que NSa da Amamentação, seja a memória em nós do Amor Incondicional!</p>
<p>Que Haja!</p>
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